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O propósito do namoro!




Com o passar do tempo os relacionamentos, parecem que foram perdendo seu valor e significado.


Acontece que no passado, quando um homem pedia uma mulher em namoro, ele estava propondo compromisso e na maioria das vezes o namoro se tornava um casamento.


Mas hoje, isso mudou.


Muitas pessoas estão começando e terminando relacionamentos numa velocidade inacreditável.



Namoro, noivado e casamento não são mais símbolos do compromisso entre um homem e uma mulher como foram no passado e como ainda deveria ser.


Tornaram-se apenas status nas redes sócias que podem ser alterados a qualquer momento.


E infelizmente, isso tem acontecido até mesmo na igreja.


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RELACIONAMENTOS LÍQUIDOS



Um sociólogo polonês chamado Zygmunt Bauman cunhou um termo que descreve muito bem nosso tempo e a forma como as pessoas se relacionam.


Ele disse que nós estamos vivendo na modernidade liquida e que portanto, este é um tempo de amores e relações liquidas.


O que Bauman pretendia dizer é que vivemos num tempo de tanta pressa que não damos tempo para as coisas se solidificarem e amadurecerem.


Queremos tudo para agora.


Vivemos em busca de comida rápida, entrega rápida, meios de agilizar a vida, atalhos, fugimos de filas, não sabemos esperar, ignoramos os processos das vida e não damos chance para que as coisas cresçam e amadureçam.



Isso também se aplica aos relacionamentos da atualidade.


Os laços de namoro, noivado e casamento, mais parecem aqueles nós frouxos que damos nas sacolas de supermercado com o objetivo de reutilizá-las depois.


Qual é o resultado de tudo isso na sociedade?


 UMA GERAÇÃO DESCARTÁVEL!



Uma marca da geração dos nossos avós era a prática de concertar as coisas e isso fazia com que em cada esquina existisse uma oficina de reparos.


As pessoas costuravam as roupas quando rasgavam, colavam os sapatos, concertavam os eletrodomésticos e só jogavam no lixo aquilo que realmente não tinha concerto.


Nossa geração abandonou essa prática.


Nós não apenas deixamos de concertar as coisas, mas mesmo tendo algo em perfeito estado, passamos a desejar a nova versão da televisão, do celular, do computador e do vídeo game.


Não estamos satisfeitos com nada do que possuímos e sempre que algo estraga, não pensamos duas vezes antes de jogar fora.


Até mesmo as oficinas de concerto começaram a sumir.



Você pode não acreditar, mas este estilo de vida de descartar o que estragou afeta até mesmo nossos relacionamentos.


Diferente da outra geração que começava seus relacionamentos com propósito e cumpriam o “até que a morte nos separe”, nós não damos tempo para que o relacionamento amadureça.


Não somos capazes de ultrapassar a fase de adaptação comum a todos os relacionamento, mas preferimos romper a relação ao menor sinal de problema ou desconforto.


As pessoas não sabem perdoar, não querem insistir, não estão dispostas a ajudar o outro a se tornar uma pessoa melhor e terminam relacionamentos pelos motivos mais fúteis do mundo.


A SITUAÇÃO DOS CASAMENTOS!


Não existem dados sobre a quantidade de namoros que começam e terminam anualmente. 


Mas existem dados (e dados alarmantes) sobre a quantidade de casamentos que começam e terminam.


Quarenta anos após a instituição da lei do Divórcio no Brasil, um a cada três casamentos termina em separação no Brasil.


É isso o que mostram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um balanço feito com dados do instituto entre 1984 e 2016 aponta ainda que o número de dissoluções disparou com o passar dos anos.


Em 1984, IBGE registrou cerca de 34 mil divórcios. Mas isso mudou e em 2016 o índice saltou para 344 mil.


É assustador, não é?


Observando esses dados, percebi que o namoro ao invés de ser um tempo de compromisso e preparo para o casamento afim de fazer com que os jovens tenham casamentos fortes, tem sido na verdade uma escola sobre como se divorciar e se livrar de um relacionamento.


Mas o número de divórcios tem algo mais a nos dizer além da quantidade de casamentos rompidos.



VIVEMOS EM UMA SOCIEDADE DOENTE!



Quando eu entrei na faculdade de teologia, decidi unir todos os meus esforços para produzir conteúdo que pudesse demonstrar que o divórcio é um mal que deve ser combatido e evitado.


Produzi trabalhos sobre os problemas do divórcio na vida do casal que se separa, na vida dos filhos, na vida da igreja, na sociedade e quando afirmei que faria um trabalho sobre como o divórcio afeta o meio ambiente as pessoas riram.


Sabe o que eu fiz?


Ganhei o primeiro lugar do ateliê cientifico de teologia provando que o divórcio afeta o meio ambiente.


Mas não é para o impacto do divórcio no meio ambiente que eu desejo chamar sua atenção.


Quero que você pense que se aconteceram cerca de 344 mil divórcios em 2016, nós temos mais de 600 mil pessoas que tiveram seus sonhos de construir a vida ao lado de alguém destruídos.


O divórcio não é fácil para ninguém.


E além do casal, os filhos sofrem muito.


O consequente resultado disso tudo é que temos uma sociedade doente.


OS ZUMBIS EXISTEM!


Essa pratica de usar e descartar, usar e trocar por algo melhor quando não estivermos satisfeitos ou usar até que algo mais atraente surja, tem sido a desgraça do nosso tempo.


Como você viu, isso não acontece apenas com as coisas.


As pessoas estão usando pessoas e descartando.


E é por isso que a indústria farmacêutica, as fabricas de bebida e até mesmo o tráfico faturam milhões.


As pessoas que passaram por um divórcio consomem mais remédios antidepressivos, bebidas e drogas.


Os filhos crescem com os pais morando em lares separados o que já é uma má influência, mas também existe o fato da falta de referência masculina dentro de casa.


A falta de momentos bons com os dois pais, falta de limites, tentativas de chamar a atenção e o grito de socorro que muitas vezes é traduzido em rebeldia.



Você pode não acreditar e a analogia pode até não ser a melhor, mas os zumbis existem.


Eles estão por ai, sofrendo sozinhos.


Andam, murmuram e parecem que estão vivos, mas estão destruídos por dentro.


Tudo isso devido ao divórcio, à falta de entendimento sobre o propósito do namoro e consequentemente, por não terem vivido o namoro como deveriam.


O NAMORO TEM QUE TER PROPÓSITO!


O namoro não é passatempo, não é para simples diversão e não é para ver no que vai dar.


O namoro tem que ter o propósito de ser um tempo de decisão e preparo para o casamento.


É claro que ninguém é obrigado a casar com ninguém só porque está namorando.


Afinal, como o namoro é um tempo de decisão para saber se o casal deve ou não se casar, é possível que durante o tempo de namoro, o casal descubra que são incompatíveis e por isso, decidam que não devem casar.


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É inconsequente seguir em direção ao casamento percebendo que ele não vai dar certo.

Mas, se o namoro não tiver o propósito de ser um tempo de decisão e preparo para o casamento, as pessoas não o conduziram com a seriedade e com o compromisso necessário.


Um namoro que não tem o propósito do casamento, não leva o casal a se preparar para assumir esse compromisso e na maioria das vezes o casamento acontece por algum erro de percurso.


Algo do tipo: “nós já estamos juntos a tanto tempo, vamos nos casar, né?”


Mas se isto acontece, qual preparo este casal teve durante o namoro para assumir o compromisso do casamento?


Nenhum!


Eles simplesmente se casaram por casar e o que é pior, este casamento tem grandes chances de terminar em um divórcio nas estatísticas do IBGE.


Nós precisamos falar sobre isto.



Precisamos levar as pessoas a entenderem a importância do namoro e a perceberem que se não conduzirmos nossos namoros de maneiras saudáveis e com propósito de ser um tempo de preparo para o casamento, estaremos produzindo uma sociedade ainda mais doente que a nossa.


E a sociedade que produzirmos hoje, será a sociedade em que nossos filhos e filhas vão viver.



O PROPÓSITO DO NAMORO


Só há um meio de salvar a geração de amanhã e este meio começa pelo seu namoro ou pelo namoro que você vai construir no futuro.


Não faça como a maioria das pessoas que estão entrando em relacionamentos para ver no que vai dar.


Não namore por namorar, mas entre no namoro para fazer dar certo.


Entenda a seriedade do namoro e faça um compromisso com a pessoa com que você se relaciona.


Comprometam-se um com o outro em ser transparentes, honestos, não esconder seus defeitos, conversar muito sobre o futuro e fazer do namoro um tempo de preparo para o casamento.


Se vocês fizerem assim, certamente, estarão mais preparados para o casamento e o seu casamento será um exemplo para a geração de amanhã.


Pense nisto!


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